SEGRESP abre debate sobre proposta da CCT 2026. Avaliem o documento e vamos juntos definir nossa contraproposta
O SEGRESP (Sindicato das Empresas e Proprietários de Serviços de Reboque, Resgate, Guincho e Remoção de Veículos no Estado de São Paulo) inicia uma nova etapa das negociações coletivas de 2026. Após receber a pauta apresentada pelo sindicato profissional, convidados os empresários a participarem de reunião para o dia 7 de outubro de 2026, às 17 horas, quando poderemos analisar os impactos das reivindicações e construir o posicionamento da categoria econômica antes do avanço das tratativas. A proposta trata do Aditivo 2026 da Convenção Coletiva de Trabalho 2025-2027.
ROPOSTA PRECISA SER ANALISADA EM CONJUNTO
Entre os pontos apresentados estão reajuste de 10% sobre os pisos salariais a partir de 1º de outubro, participação nos lucros ou resultados equivalente a um salário nominal, além de alterações relacionadas aos benefícios concedidos aos trabalhadores. A pauta também propõe ticket-refeição de R$ 41,69 por dia efetivamente trabalhado e vale-alimentação mensal de R$ 418, além de regras específicas sobre transporte, alimentação, pernoite, banho e reembolso de despesas em determinadas jornadas e deslocamentos.
IMPACTOS SOBRE AS EMPRESAS ESTARÃO NO CENTRO DO DEBATE
A proposta ainda inclui abono de um salário-base a cada três anos de trabalho contínuo na mesma empresa, convênio médico e odontológico, com previsão de custeio empresarial, e seguro de vida com cobertura de R$ 150 mil. O documento prevê também a manutenção das demais cláusulas da CCT 2025-2027 que não sofrerem alterações durante a negociação. São reivindicações com reflexos diretos sobre custos, contratos, planejamento financeiro e operação das empresas de guincho e remoção, razão pela qual o SEGRESP considera fundamental uma avaliação técnica e coletiva antes de qualquer definição.
7 DE OUTUBRO: EMPRESÁRIOS DEVEM PARTICIPAR
A reunião de 7 de outubro será, portanto, um espaço importante para ouvir os empresários, esclarecer cada ponto da pauta e definir os encaminhamentos da representação patronal. Nenhuma das reivindicações apresentadas deve ser interpretada, neste momento, como condição já aceita ou incorporada à Convenção Coletiva.
O SEGRESP seguirá à frente das negociações com responsabilidade, buscando preservar a sustentabilidade das empresas, a segurança jurídica do setor e condições equilibradas nas relações de trabalho.



